Cuidado ao navegar em “oceanos verdes”

Olha só que maravilha de lugar! Tranquilo, sem ondas, de um verde cristalino, sem perigo de peixes grandes outras criaturas indesejáveis. Nada como um mar assim para podermos gozar a vida. As crianças podem brincar a vontade, podemos descansar e gozar a paz desse bucólico lugar. Todos em segurança.

Lá ao longe, um oceano azul, imenso e cheio de possibilidades, mas profundo e desconhecido. Melhor ficar por aqui mesmo!

Esse cenário representa um “oceano verde”. Geralmente são trechos dos oceanos que tem essa coloração devido às suas águas pouco profundas. Uma paisagem realmente linda, com alguns bancos de areia e piscinas naturais, bem pertinho da praia.

Se imitarmos Mr. Kim e Mme. Mauborgne, seria uma metáfora do mundo corporativo onde a competição não é sangrenta; não existem muitos riscos; geralmente os espaços são generosos para todos os que querem desfrutar desse mercado; é possível perceber e localizar bem os concorrentes; não somos assediados por predadores de porte; temos bastante mobilidade; mesmo em momento de crise, temos uma considerável segurança; é um mar de tranqüilidade.

O grande problema desse mar é o fato de que nele tudo é limitado. Ele é muito interessante para aqueles que se contentam com pouco: pouco trabalho, poucos desafios, poucos recursos, poucos ganhos, poucos diferenciais.

Existe um enorme perigo com esses oceanos verdes. O perigo de não chegarmos a lugar nenhum, de nos contentarmos com a mediocridade. Para que sejamos realmente empreendedores de sucesso não podemos nos contentar com limitações, devemos ser ousados!

→ ousadia (substantivo feminino) – atrevimento, audácia, coragem, galhardia.

Pensemos em ousadias

  • Surfar – não temos ondas que sustentem uma prancha, por menor e mais leve que seja.

O surf é a busca da inovação! É ser impulsionado pelos ciclos de renovação constante, promovido pelas descobertas de novas ondas criativas. É viver na vanguarda, aproveitando os impulsos para fazer manobras novas e aperfeiçoá-las até que se tornem corriqueiras.

O surfista não se contenta com o bom resultado, ele busca sempre a superação do que já alcançou. Se parece ter chegado ao final, ele retorna e busca uma nova onda, e outra, e outra…

  • Esquiar – não há espaço para manobras com uma lancha que puxaria o esqui.

O esquiador se aproveita de forças propulsoras do mercado. Muitas vezes não temos ondas naturais para nos impulsionar, mas podemos aproveitar as forças disponíveis no ambiente e criar movimento com um bom motor.

Usamos a força de que dispomos para puxar o esquiador. Demanda ampla, moda, novas necessidades do mercado. Alguma coisa serve para puxar os negócios na direção do crescimento. Mas esse motor precisa de um espaço mais amplo para poder funcionar, senão não gerará o impuxo necessário para fazer com que o deslocamento seja constante e uniforme para permitir as manobras do esquiador.

Esses mares rasos impedem que a propulsão seja realmente utilizada com todo seu potencial o que gera instabilidade e frustração aos que tentam aproveitar essas oportunidades.

  • Mergulhar – para que? Tudo é visto da superfície!

O mergulhador é o pesquisador! Diferente do surfista, ele se detém na busca de entender com mais “profundidade” o que está encoberto e carece de mais conhecimento. Essas pesquisas podem gerar domínio de diferenciais que são percebidos através dos mergulhos.

Em oceanos verdes tudo está à vista em função de sua transparência, ou está logo abaixo da superfície e mergulhos com snorkel (poucos recursos de custo baixo) podem desvendar um mundo bem interessante. Outro fator é que aquilo que está encoberto pode aflorar quando a maré baixar um pouco e desvendar todos os “mistérios”.

Grandes investimento de recursos para mergulhos profundos serão desperdícios de dinheiro e produziram resultados limitados frente ao mercado desses oceanos.

  • Pescar – só temos peixes pequenos, nada que nos desafie.

O pescador enfrenta os desafios com técnica, persistência e bons recursos. Em oceanos verdes a pesca é a da sobrevivência: poucos e pequenos peixes para as refeições. Nenhum Marlim nadará nessas águas rasas! E se aparecer algum, será uma anomalia.

Se não somos desafiados nossas técnicas e recursos não se desenvolverão e nossa competitividade não melhorará. Estaremos condenados à estagnação e, consequentemente, seremos ultrapassados por aqueles que estão em crescimento.

Crescer é fundamental

Esse ambiente que nos parece maravilhoso a primeira vista, pode ser o responsável por nossas grandes derrotas. Se estivermos realmente preocupados com as condições para o desenvolvimento de nossas empresas, temos de aferir as condições ambientais para avaliarmos nossas reais condições de crescimento.

A competição sempre é benéfica para os negócios! Mesmo em oceanos vermelhos (ou principalmente nesses) a sobrevivência das empresas está ligada ao constante movimento de superação das dificuldades mercadológicas impostas pelos concorrentes. Quando nos acomodamos com nosso porte ou forma de fazer negócios, acabamos por perder a sensibilidade e atenção às imposições dos mercados competitivos.

Então, cuidado! Não se conforme com as paisagens belíssimas e pouco desafiadoras desses oceanos verdes.

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O valor de uma entidade

Quanto uma entidade pode valer para a sociedade e para as pessoas que ela representa?

Existem pessoas que medem o valor de uma entidade pelo valor financeiro que ela pode lhe transferir diretamente. Só se lembram de seus representantes quando estão carentes de algum benefício, quando pretendem que essa representação lhes conceda recursos ou lutem para a defesa de seus interesses financeiros diretos.

Felizmente existem pessoas que percebem um valor mais amplo nas entidades. São aquelas que compreendem que os ganhos financeiros são importantes, mas precisamos pensar além do imediatismo oportunista e egocêntrico que visam apenas o meu benefício e requerer dos representantes ações que possam contribuir para que nossos negócios sejam perenes. Essas são as pessoas que cuidam das entidades e as fortalecem com idéias e ações efetivas de apoio. É por essas pessoas que os dirigentes de entidades destacam parte de seu tempo para se dedicarem à gestão dos interesses sócio-econômicos daqueles a quem representam.

Temos experimentado um enorme avanço no debate de questões importantes da sociedade com o feliz advento das mídias sociais. Agora contamos com inúmeras ferramentas para expormos idéias e debatê-las com um amplo público interessado.

Infelizmente, ficou mais fácil, também, tecer as críticas maldosas e difamatórias contras as pessoas que ousam apresentarem-se para esse debate aberto e franco. Como sempre existirão os eternos descontentes, que são aqueles oportunistas caracterizados no parágrafo inicial, temos de estar preparados para ouvir, analisar, compreender e depreender quais são as reais intenções dessas pessoas.

Ao falarmos da COMTEC temos de respeitar a sua breve e vitoriosa história. Se temos interesses que essa entidade nos represente adequadamente, não podemos buscar manchá-la com acusações impróprias e totalmente desvinculadas da realidade. A nova diretoria da COMTEC está buscando apontar uma direção para um setor econômico relevante para nossa região. Querem creditar a ela responsabilidades sobre alguma ação externa sem que a discussão do tema tenha, sequer, sido proposta é, no mínimo, uma demonstração de insensatez.

Temos de exigir da entidade que seja uma efetiva representante do setor de tecnologia da informação, mas querer creditar a ela uma condição de omissa sem, ao menos, inteirar-se dos acontecimentos é uma clara demonstração de impensado oportunismo difamatório.

Vemos na COMTEC uma proposta clara de renovação de idéias. Os que estão próximos já podem sentir um novo clima na entidade. Vemos um movimento de retorno de pessoas que tinham se afastado e a aproximação de alguns que não participavam da entidade.

Essa nova diretoria é, inegavelmente, uma expressiva representação do setor de TI goiano; composta por representantes de empresas reconhecidamente importantes para nosso estado. Não creio que podemos dizer que esses empresários estejam assumindo a entidade para disporem mal de seu precioso tempo. Quem os conhece sabe da seriedade de seus empreendimentos e a direção da COMTEC não deve ser um distração ou hobby para essas pessoas.

Creio que são esses representantes que farão da COMTEC uma entidade cada vez mais relevante no cenário econômico local e nacional, tornando-a uma entidade de muito mais valor para as empresas de TI do nosso estado.

Alguém discorda?

Uma história real

Tenho por hábito não repssar essas mensagens que nos são enviadas como uma corrente, pedindo que seja re-enviada a todos os nossos amigos. Quando fazemos isso corremos o risco de perder os amigos, pois vamos parar na lista de spamers.

Contudo, ao receber a mensagem abaixo me senti na obrigação de transmití-la à todos os que conheço, pois é baseado em uma história real que nós menosprezamos todos os dias. Por isso resolvi reproduzí-la em um espaço onde não invado a caixa postal de ninguém. Não sei que é o autor, por isso não posto créditos.

A mensagem fala de Deus e do sacrifício de Jesus Cristo. Ela quer chamar nossa atenção para nosso papel de cristãos.

Peço aos amigos que lerem e acharem que valeu a pena, que enviem o link do meu blog para outras pessoas que vocês acreditem que possam, de alguma forma, ser beneficiada pelo texto e sua mensagem.

Eu agradeço a todos que tiverem a oportunidade de fazer isso. Que Deus os abençoe!

Eis a mensagem:

Imagine que é uma típica tarde de sexta-feira e você está dirigindo em direção à sua casa. Você sintoniza o rádio. O noticiário está falando de coisas de pouca importância.
Você ouve que numa cidadezinha distante morreram 3 pessoas de uma gripe, até então, totalmente desconhecida. Não presta muita atenção ao tal acontecimento e esquece o assunto. Na segunda-feira, quando acorda, escuta que já não são 3, mas 30.000, as pessoas mortas pela tal gripe, nas colinas remotas da Índia. Um grupo do Controle de Doenças dos EUA foi investigar o caso. Na terça-feira, já é a notícia mais importante, ocupando a primeira página de todos os jornais, pois já não é só na Índia, mas também no Paquistão, Irã e Afeganistão. Enfim, a notícia se espalha pelo mundo. Estão chamando a doença de “La Influenza Misteriosa”, e todos se perguntam: Que faremos para controlá-la?

Então, uma notícia surpreende a todos: A Europa fecha suas fronteiras. A França não recebe mais vôos da Índia, nem de outros países dos quais se tenham comentado de casos da tal doença. Por causa do fechamento das fronteiras, você está ligado em todos os meios de comunicação, para manter-se informado da situação e, de repente, ouve que uma mulher declarou que num dos hospitais da França, um homem está morrendo por causa da tal “Influenza Misteriosa”. Começa o pânico na Europa. As informações dizem que, quando você contrai o vírus, é questão de uma semana de vida. Em seguida, as pessoas têm 4 dias de sintomas horríveis e morrem.

A Inglaterra também fecha suas fronteiras, mas já é tarde. No dia seguinte, o presidente dos EUA fecha também suas fronteiras para Europa e Ásia, para evitar a entrada do vírus no país, até que encontrem a cura. No dia seguinte, as pessoas começam a se reunir nas igrejas, em oração pela descoberta da cura, quando, de repente, entra alguém na igreja, aos gritos: ” Liguem o rádio! Liguem o rádio! Duas mulheres morreram em Nova York !”. Em questão de horas, parece que a coisa invadiu o mundo inteiro. Os cientistas continuam trabalhando na descoberta de um antídoto, mas nada funciona.

De repente, vem a notícia esperada: conseguiram decifrar o código de DNA do vírus. É possível fabricar o antídoto! É preciso, para isso, conseguir sangue de alguém que não tenha sido infectado pelo vírus.

Corre por todo o mundo, a notícia de que as pessoas devem ir aos hospitais fazer análise de seu sangue e doar para a fabricação do antídoto.

Você vai de voluntário com toda sua família, juntamente com alguns vizinhos, perguntando-se, o que acontecerá. Será este o final do mundo? De repente, o médico sai gritando um nome que leu em seu caderno. O menor dos seus filhos está ao seu lado, se agarra na sua jaqueta, e lhe diz:

–          Pai? Esse é meu nome!

E antes que você possa raciocinar, estão levando seu filho, e você grita:

–          Esperem!

E eles respondem:

–          Tudo está bem! O sangue dele está limpo, e é sangue puro. Achamos que ele tem o sangue que precisamos para o antídoto.

Depois de 5 longos minutos, saem os médicos chorando e rindo ao mesmo tempo. E é a primeira vez que você vê alguém rindo em uma semana. O médico mais velho se aproxima de você e diz:

–          Obrigado, senhor! O sangue de seu filho é perfeito, está limpo puro, o antídoto finalmente poderá ser fabricado.

A notícia se espalha por todos os lados. As pessoas estão orando e rindo de felicidade. Nisso, o médico se aproxima de você e de sua esposa, e diz:

–          Posso falar-lhes um momento? Não sabíamos que o doador seria uma criança e precisamos que o senhor assine uma autorização para usarmos o sangue de seu filho.

Quando você está lendo, percebe que não colocaram a quantidade de sangue que vão usar, e pergunta:

–          Mas, qual a quantidade de sangue que vão usar?

O sorriso do médico desaparece e ele responde:

–          Não pensávamos que fosse uma criança. Não estávamos preparados…Precisamos de todo o sangue de seu filho…

Você não pode acreditar no que ouve e trata de contestar:

–          Mas…mas…

O médico insiste:

–          O senhor não compreende? Estamos falando da cura para o mundo inteiro! Por favor, assine! Nós precisamos de todo o sangue!

Você, então, pergunta:

–          Mas vocês não podem fazer-lhe uma transfusão?

E vem a resposta:

–          Se tivéssemos sangue puro, poderíamos. Assine! Por favor, assine!

Em silêncio, e sem ao menos poder sentir a caneta na mão, você assina.

Perguntam-lhe se quer ver seu filho agora e o pai caminha na direção da sala de emergência onde se encontra seu filho, que está sentado na cama, e ele diz:

–          Papai!? Mamãe!? O que está acontecendo?

O pai segura na mão dele e fala:

–          Filho, sua mãe e eu lhe amamos muito e jamais permitiríamos que lhe acontecesse algo que não fosse necessário, você entende?

O médico regressa e diz:

–          Sinto muito senhor, precisamos começar, gente do mundo inteiro está morrendo, o senhor pode sair?

Nisso, seu filho pergunta:

–          Papai? Mamãe? Por que vocês estão me abandonando?

E na semana seguinte, quando fazem uma cerimônia para honrar o seu filho, algumas pessoas ficam em casa dormindo, e outras não vêm, porque preferem fazer um passeio ou assistir um jogo de futebol na TV. E outras veêm, mas como se realmente não estivessem se importando. Aí você tem vontade de parar e gritar:

–          MEU FILHO MORREU POR VOCÊS!!! NÃO SE IMPORTAM COM ISSO?

Talvez isso é o que DEUS nos quer dizer:

–          MEU FILHO MORREU POR VOCÊS!!! NÃO SABEM O QUANTO EU OS AMO?

É curioso como é simples para algumas pessoas debocharem de Deus, e dizer que não entendem como o mundo caminha de mal para pior. É curioso como acreditamos em tudo aquilo que lemos nos jornais, mas questionamos as palavras de Deus. É curioso como as pessoas dizem: “Eu creio em Deus!”, mas com suas ações, mostram totalmente o contrário.

É curioso como você consegue enviar centenas de piadas através de um correio eletrônico, mas quando recebe uma mensagem a respeito de Deus, pensas duas vezes antes de compartilhá-la com os outros.

É curioso como a luxúria, crua, vulgar e obscena, passa livremente através do espaço, mas a discussão pública de DEUS é suprimida nas escolas e locais de trabalho. CURIOSO, NÃO É?

É curioso como me preocupo com o que as pessoas pensam de mim, mas não me preocupo com aquilo que DEUS possa pensar de mim. Depois de terminar de ler esta mensagem, se realmente sentir em seu coração que deve compartilhá- la, envie aos seus amigos. Talvez eles estejam precisando, exatamente, de ler uma mensagem como esta.

Pensem nisso…