Uma história real

Tenho por hábito não repssar essas mensagens que nos são enviadas como uma corrente, pedindo que seja re-enviada a todos os nossos amigos. Quando fazemos isso corremos o risco de perder os amigos, pois vamos parar na lista de spamers.

Contudo, ao receber a mensagem abaixo me senti na obrigação de transmití-la à todos os que conheço, pois é baseado em uma história real que nós menosprezamos todos os dias. Por isso resolvi reproduzí-la em um espaço onde não invado a caixa postal de ninguém. Não sei que é o autor, por isso não posto créditos.

A mensagem fala de Deus e do sacrifício de Jesus Cristo. Ela quer chamar nossa atenção para nosso papel de cristãos.

Peço aos amigos que lerem e acharem que valeu a pena, que enviem o link do meu blog para outras pessoas que vocês acreditem que possam, de alguma forma, ser beneficiada pelo texto e sua mensagem.

Eu agradeço a todos que tiverem a oportunidade de fazer isso. Que Deus os abençoe!

Eis a mensagem:

Imagine que é uma típica tarde de sexta-feira e você está dirigindo em direção à sua casa. Você sintoniza o rádio. O noticiário está falando de coisas de pouca importância.
Você ouve que numa cidadezinha distante morreram 3 pessoas de uma gripe, até então, totalmente desconhecida. Não presta muita atenção ao tal acontecimento e esquece o assunto. Na segunda-feira, quando acorda, escuta que já não são 3, mas 30.000, as pessoas mortas pela tal gripe, nas colinas remotas da Índia. Um grupo do Controle de Doenças dos EUA foi investigar o caso. Na terça-feira, já é a notícia mais importante, ocupando a primeira página de todos os jornais, pois já não é só na Índia, mas também no Paquistão, Irã e Afeganistão. Enfim, a notícia se espalha pelo mundo. Estão chamando a doença de “La Influenza Misteriosa”, e todos se perguntam: Que faremos para controlá-la?

Então, uma notícia surpreende a todos: A Europa fecha suas fronteiras. A França não recebe mais vôos da Índia, nem de outros países dos quais se tenham comentado de casos da tal doença. Por causa do fechamento das fronteiras, você está ligado em todos os meios de comunicação, para manter-se informado da situação e, de repente, ouve que uma mulher declarou que num dos hospitais da França, um homem está morrendo por causa da tal “Influenza Misteriosa”. Começa o pânico na Europa. As informações dizem que, quando você contrai o vírus, é questão de uma semana de vida. Em seguida, as pessoas têm 4 dias de sintomas horríveis e morrem.

A Inglaterra também fecha suas fronteiras, mas já é tarde. No dia seguinte, o presidente dos EUA fecha também suas fronteiras para Europa e Ásia, para evitar a entrada do vírus no país, até que encontrem a cura. No dia seguinte, as pessoas começam a se reunir nas igrejas, em oração pela descoberta da cura, quando, de repente, entra alguém na igreja, aos gritos: ” Liguem o rádio! Liguem o rádio! Duas mulheres morreram em Nova York !”. Em questão de horas, parece que a coisa invadiu o mundo inteiro. Os cientistas continuam trabalhando na descoberta de um antídoto, mas nada funciona.

De repente, vem a notícia esperada: conseguiram decifrar o código de DNA do vírus. É possível fabricar o antídoto! É preciso, para isso, conseguir sangue de alguém que não tenha sido infectado pelo vírus.

Corre por todo o mundo, a notícia de que as pessoas devem ir aos hospitais fazer análise de seu sangue e doar para a fabricação do antídoto.

Você vai de voluntário com toda sua família, juntamente com alguns vizinhos, perguntando-se, o que acontecerá. Será este o final do mundo? De repente, o médico sai gritando um nome que leu em seu caderno. O menor dos seus filhos está ao seu lado, se agarra na sua jaqueta, e lhe diz:

–          Pai? Esse é meu nome!

E antes que você possa raciocinar, estão levando seu filho, e você grita:

–          Esperem!

E eles respondem:

–          Tudo está bem! O sangue dele está limpo, e é sangue puro. Achamos que ele tem o sangue que precisamos para o antídoto.

Depois de 5 longos minutos, saem os médicos chorando e rindo ao mesmo tempo. E é a primeira vez que você vê alguém rindo em uma semana. O médico mais velho se aproxima de você e diz:

–          Obrigado, senhor! O sangue de seu filho é perfeito, está limpo puro, o antídoto finalmente poderá ser fabricado.

A notícia se espalha por todos os lados. As pessoas estão orando e rindo de felicidade. Nisso, o médico se aproxima de você e de sua esposa, e diz:

–          Posso falar-lhes um momento? Não sabíamos que o doador seria uma criança e precisamos que o senhor assine uma autorização para usarmos o sangue de seu filho.

Quando você está lendo, percebe que não colocaram a quantidade de sangue que vão usar, e pergunta:

–          Mas, qual a quantidade de sangue que vão usar?

O sorriso do médico desaparece e ele responde:

–          Não pensávamos que fosse uma criança. Não estávamos preparados…Precisamos de todo o sangue de seu filho…

Você não pode acreditar no que ouve e trata de contestar:

–          Mas…mas…

O médico insiste:

–          O senhor não compreende? Estamos falando da cura para o mundo inteiro! Por favor, assine! Nós precisamos de todo o sangue!

Você, então, pergunta:

–          Mas vocês não podem fazer-lhe uma transfusão?

E vem a resposta:

–          Se tivéssemos sangue puro, poderíamos. Assine! Por favor, assine!

Em silêncio, e sem ao menos poder sentir a caneta na mão, você assina.

Perguntam-lhe se quer ver seu filho agora e o pai caminha na direção da sala de emergência onde se encontra seu filho, que está sentado na cama, e ele diz:

–          Papai!? Mamãe!? O que está acontecendo?

O pai segura na mão dele e fala:

–          Filho, sua mãe e eu lhe amamos muito e jamais permitiríamos que lhe acontecesse algo que não fosse necessário, você entende?

O médico regressa e diz:

–          Sinto muito senhor, precisamos começar, gente do mundo inteiro está morrendo, o senhor pode sair?

Nisso, seu filho pergunta:

–          Papai? Mamãe? Por que vocês estão me abandonando?

E na semana seguinte, quando fazem uma cerimônia para honrar o seu filho, algumas pessoas ficam em casa dormindo, e outras não vêm, porque preferem fazer um passeio ou assistir um jogo de futebol na TV. E outras veêm, mas como se realmente não estivessem se importando. Aí você tem vontade de parar e gritar:

–          MEU FILHO MORREU POR VOCÊS!!! NÃO SE IMPORTAM COM ISSO?

Talvez isso é o que DEUS nos quer dizer:

–          MEU FILHO MORREU POR VOCÊS!!! NÃO SABEM O QUANTO EU OS AMO?

É curioso como é simples para algumas pessoas debocharem de Deus, e dizer que não entendem como o mundo caminha de mal para pior. É curioso como acreditamos em tudo aquilo que lemos nos jornais, mas questionamos as palavras de Deus. É curioso como as pessoas dizem: “Eu creio em Deus!”, mas com suas ações, mostram totalmente o contrário.

É curioso como você consegue enviar centenas de piadas através de um correio eletrônico, mas quando recebe uma mensagem a respeito de Deus, pensas duas vezes antes de compartilhá-la com os outros.

É curioso como a luxúria, crua, vulgar e obscena, passa livremente através do espaço, mas a discussão pública de DEUS é suprimida nas escolas e locais de trabalho. CURIOSO, NÃO É?

É curioso como me preocupo com o que as pessoas pensam de mim, mas não me preocupo com aquilo que DEUS possa pensar de mim. Depois de terminar de ler esta mensagem, se realmente sentir em seu coração que deve compartilhá- la, envie aos seus amigos. Talvez eles estejam precisando, exatamente, de ler uma mensagem como esta.

Pensem nisso…

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3 pensamentos sobre “Uma história real

  1. Sempre que leio esse, me coloco no lugar do pai que tem que consentir o sacríficio do próprio filho para o benefício de muitos outros e me parte o coração. Por outro lado, agora me colocando no meio destes muitos outros, fico envergonhado por não me sentir merecedor de tal sacrifício. Porém o amor do Pai por nós é maior que todas as nossas falhas e deficiências. Eu creio nisso.

  2. Eu já conhecia esse texto e tenho minhas reservas quanto a ele, por o achar mais dramático que instrutivo. A morte sacrificial de Cristo abriu caminho para uma redenção total de nossa condição pecaminosa e morredoura.

    Foi um ato de amor genuíno guiado por princípios que, por fim, restituiram ao nosso redentor a via e a glória que lhe eram devidas.

    Hoje, como um já entronizado rei do reino de Deus, Cristo proporciona alívio e refrigério das terríveis dores que assolam a humanidade, e por fim, consolidará o propósito de Deus para toda carne obediente.

    Porém, toda reflexão nesse sentido é válida não importando o meio utilizado para esse fim.

  3. Já conhecia o texto Jeferson, mas estas palavras são vivas e sempre nos leva a refletir sobre nossas atitudes, sobre a maneira como estamos retribuindo a maior prova de amor que se poderia ter… em meio ao “tiroteio” que toma conta de nossos dias, é muito bom parar e refletir um pouco sobre o verdadeiro sentido de tudo, sobre os ensimanetos cristãos, por isso, parabéns por sua atitude em postar este texto.

    Abraços

    Wanderson

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